sábado, 30 de agosto de 2008

Investir em sonhos é investir em EVOLUÇÃO!

Talvez incompletos,
ou quem sabe até sinceros.
Um pedaço de nós em cada palavra
um pedaço invisível,
Eterno.
Até que o tempo nos separe~


Observe ao seu redorJunte um grupo de pessoas, liberte-as em uma sala. Há várias opções.... cada um com seu hobbie a disposição. Alguns escutam o que o sábio tem a dizer, outras pensam sobre problemas, sonhos, alegrias, pessoas... Outras lêem. Algumas cochilam. Há também os indecisos que de fato tentam fazer de tudo ao mesmo tempo.

Tem aqueles que desenham, outros que simplesmente organizam o desorganizado. Há outros ainda que realizam obrigações pendentes. Há os que observam avidamente, e há aqueles que escrevem. Escrevem seus desejos, tornando-os de fato mais concretos; baseando-se nos de menor porte que foram realizados: querem cada vez mais. Temos cerca de 60 anos para conseguirmos aquilo que quisermos. Se olharmos em volta veremos que não estamos sozinho nessa luta. Todos corremos atrás daquilo que queremos, por mais normal que isso pareça ( alguns parecem não notar ). Cada um com eu destino, este sendo construído a cada momento, no mesmo espaço.Destinos e sonhos que conforme são realizados vão se distanciando cada vez mais, porém partem exatamente do mesmo ponto -> a escola.

É na escola que damos partida aos nossos sonhos, e é com estes que conseguimos evoluir e alcançar nosso limite como humanos. Como queremos nos desenvolver sem que sonhos possam ser descobertos e seguidos?
Todos queremos criar poderes sobre-humanos, porém como conseguiremos alcançar tal estágio de evolulção se não chegamos ao menos no nosso limite?

Precisamos de educação, precisamos dispersar tal consciência, ou continuaremos todos como ‘Thiagos Pereiras’ ( se é que me entendem )



"O homem é do tamanho de seu sonho"
~

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Zé-herói

Foi-se o tempo dos hérois, aqueles que inspiravam multidões e se sujeitavam a sacrifícios por uma causa maior. Mas não porque não existam mais, ou porque não precisemos mais deles, e sim devido ao próprio significado de herói que se deturpa mais e mais, dia após dia.
A princípio, o Brasil não possui heróis históricos. Os pais de nossa pátria jamais pensaram no Brasil como um fim, mas sim como um meio de perdurar no controle, diferente de Thomas Jefferson e George Washington, reverenciados nos EUA. Sobrou a nós o pobre Tiradentes, bode expiatório enforcado e "cristificado" posteriormente.
Nos campos artísticos, como a literatura e a música, encontramos bons expoentes, ídolos; assim como na ciência, Santos dummont por exemplo. Porém, o prestígio cedido a todos eles é ofuscado pelos heróis da mídia. De "guerreiros do 'Big Brother'" a mulheres que que posam nuas por uma pequena fortuna, nosso repertório heróico é abastecido constantemente. O atual herói brasilerio é aquele que aparece na televisão num programa de auditório, relatando sua epopéia para tornar-se um "BBB", regada a sangue, suor e dias de ócio confinado. Ou pior, aquele que se torna herói por acumular impérios de dinheiro, como Bill Gates ou Steve Jobs, idolatrados por lucrarem desenfreadamente. Trata-se da banalização do herói.
Dessa forma nos deparamos com uma inversão de valores. Os jovens crescem sem um parâmetro, espelham-se e constroem suas identidades baseando-se nas celebridades e, em piores casos, bandidos e traficantes que, de uma forma audaciosa, ousada e terrivelmente atraente aos jovens, mandam e desmandam de dentro da cadeisa mais do que Lulão em seu gabinete.
A conseqüência desses fatos é o aparecimento do "herói anônimo", pessoas ordinárias, que, apenas pelo fato de superarem as adversidades da vida, já são consideradas heroínas. Não é preciso realizar grandes feitos para se tornar um "herói anônimo": basta ter sete filhos, três empregos, ser perneta e solenemente proferir "sou brasileiro e não desisto nunca !".