Não consigo me lembrar qual foi a ultima vez em que estive tao livre, tao eu. Tudo que via à minha volta eram amarras, e quando decidi começar a lutar contra tudo e contra todos, quando comecei a tentar dar um basta e voltr a mim mesma, quando me coloquei em primeiro plano, quando comecei a criar oportunidades para voltar a viver como ja quase havia esquecido, quando decidi voltar a multiplicar sorrisos com a pouca alegria que aqui restava, fazendo-a crescer e quem sabe voltar a ser um terço do que um dia já foi, você chegou como a tormenta que acaba por, desviando os que se lançarm ao mar do caminho esperado, apontar novos contornos na nossa carta náutica, cujos solos movediços foram uma armadilha para minhalma revolta como fiz esar. E ali, naquela luta hipnótica, o acaso se mostrou como destino. Assim, não sei dizer se foram os ventos, ou as inquietudes que de mim afloravam, mas sei que do pouco que ali jazia, germinou uma floresta intera que se multiplica alucinadamente com a certeza que, por maior que sejam as atrocidades que venha a encarar, ela ainda terá infinitas partes intactas, inexploradas, misteriosas e belas. O que parecisa ter vindo como um sonho bom, na verdade é um conjunto de fichários com desenhos a serem completados, pinturas por fazer e blocos e mais blocos de folhas para completá-los. Sorte a nossa por jorrarmos tanta tinta.
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